Carlos Leite abre o jogo sobre relação com clubes e nega poder na Seleção
O acaso marcou o início da carreira de Carlos Leite como agente de jogadores. Em 2002, Léo Lima, então jogador do Vasco, recebeu uma ligação e passou o telefone para o amigo, apresentado ao interlocutor como “seu empresário”. Vascaíno, Leite gostou do cartão de visitas, decidiu vender as quatro lojas de pneus de sua propriedade e caiu na estrada do futebol. No meio do lucrativo caminho, polêmicas.
Depois de dez anos - tempo em que foi alvo de questionamentos e insinuações principalmente por ser representante de Mano Menezes -, ele decidiu dar fim ao que chama de “fantasias”. Durante 1h30m de entrevista ao GLOBO ESPORTE.COM, falou abertamente sobre as ligações com Vasco, Corinthians, Grêmio, Bahia, Flamengo, agenciamento de jogadores e, principalmente, Mano Menezes e a seleção brasileira. Leia mais
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