'Filósofo' Capita aconselha Neymar: 'Todos os grandes jogavam simples'
Aos 68 anos, Carlos Alberto Torres continua com a língua afiada que virou uma das suas marcas registradas. Nomeado embaixador da Copa do Mundo no Brasil, o capitão do tricampeonato mundial ironiza e diz que até agora não sabe qual sua função no cargo. O Capita lamenta não ter chances de trabalhar em clubes brasileiros, revela que ajudou o Botafogo na negociação com Maicosuel, diz que, se estivesse no Fluminense, tornaria o Tricolor o maior time do mundo e critica a postura de Neymar. Curiosamente, não pela superexposição, como fez Pelé recentemente, mas, sim, dentro de campo.
- Ele (Neymar) perde tempo, jogadas, por não usar a simplicidade na maneira de jogar. Alguém tem que buzinar no ouvido dele. Ele vai fazer isso até um certo ponto. Quer um exemplo? O Robinho. O que o Neymar faz hoje o Robinho fazia há alguns anos. E cadê o Robinho? Cadê ele? Essas coisas vão caindo num lugar comum - afirmou Carlos Alberto Torres. Leia mais
Nenhum comentário:
Postar um comentário